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Porque consulta jurídica não deveria ser considerada um acessório sem valor.

  • Foto do escritor: Thiago Trovatti
    Thiago Trovatti
  • 17 de fev.
  • 2 min de leitura

Pelas razões expostas brevemente no presente artigo, esperamos que o leitor possa melhor compreender a dinâmica por trás de uma consulta jurídica, bem como de seu valor.


Um estudo do IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação[1] estimou que desde a promulgação da Constituição Federal, o Poder Legislativo editou aproximadamente mais de 5,5 milhões de normas, e atualmente 790 mil são vigente, seja a nível municipal, estadual ou federal, desde leis ordinárias até emendas constitucionais.


Em matéria tributária, os números estimados são de 300.000 a 400.000 normas.[2][3]

 

Tais números podem ser impressionantes para um sujeito leigo, pois realmente o são. O fenômeno é impressionante até para os próprios operadores do Direito. A causa dele e a explicação para essa “inflação legislativa” é demasiada extensa para o presente artigo, pois envolve uma miríade de fatores, como aspectos culturais, históricos e sociológicos.

 

O cerne do presente artigo é o fato de que coube aos operadores do Direito estudar e debruçar-se sobre o tema durante anos em suas graduações, além de manter-se constantemente atualizados e informados sobre o atual estado do sistema legislativo.


Tendo em vista que o trabalho do advogado consiste em atividade intelectual, tal estudo e dedicação não surgem apenas do amor ao conhecimento, mas como forma de investimento para aperfeiçoar tecnicamente esse trabalho a fim de entregar um serviço com maior valor agregado.

 

"Saber algo" exige estudo, e estudo exige tempo e investimento. Quando um advogado lhe cobra uma consultoria para "comentar sobre uma situação" ou "dar uma olhada", em realidade ele está cobrando pelo tempo que despendeu construindo o seu repertório técnico a fim de melhor atender seus interesses enquanto cliente.


Não se desqualifica o conhecimento do cliente a respeito de determinadas situações, todavia é ilusório alegar que uma pesquisa rápida na internet, ou consultas à ferramentas de Inteligência Artificial sejam capazes de substituir a formação profissional de um indivíduo especializado no assunto.


Em face disso, reforçamos a necessidade de uma assessoria jurídica e estamos de portas abertas deixando à sua disposição a possibilidade de consultar e conversar com advogado especializado, a fim de se encontrar e melhor solução para o seu problema, ou uma forma de justamente evitar um problema futuro.


 
 
 

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